quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Ridículo do melhor da vida

Me chamem de ridículo, prolixo por acreditar no tal ridículo da vida: o amor;
Amor romântico, amor demasiado amor;
Viver e ser amado, ou será amar... e ser vivido?
Nada porém me separa da ironia esdrúxula de Amar;
Amor incondicional, amar com uma só codição de ser amado.
O paradoxo do amor satisfeito pelo interesse, e meu desejo ridicularizado pela minha propria razão, pelo meu próprio sentido de ser;
Nada porem me separa da ironia esdrúxula de Amar;
Nem meus próprios pesamentos mais racionais.

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